domingo, 31 de dezembro de 2017


                                   Ano novo! Novo tempo para recomeçar

                                        Resultado de imagem para imagem de recomeço de vida   

Pois bem! 2017 está acabando, muitos sonhos, desejos, conquistas e vitórias foram realizadas durante esse ano. Para alguns foi um ano péssimo o desemprego bateu em suas portas, muitos  perderam  um familiar querido, foram assolados por catástrofes e crises de todos os tipos. Porém ao começar esse novo ciclo de tempo em nossas vidas, vamos deixar de lado os culpados, as mágoas e as incertezas, pois Jesus disse: "No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo eu venci o mundo". Ele não está prometendo uma vida plena de felicidades e alegrias constantes, até porquê, isso não existe!
Mas ele está te dizendo: Que entende a tua dor a tua decepção os teus medos e frustrações, pois ele mesmo experimentou todas elas e sabe o valor de uma lágrima.
E nos deixa uma promessa: Aquele que vencer receberá uma coroa de justiça, novas vestes e uma nova morada, na Jerusalém celestial.
Que 2018 seja repleto de bençãos para sua vida e sua família! Que Deus te abençoe!




Pr. Cristiano Kaller







quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Cristão e o Halloween


                                                             O Cristão e o Halloween


                                                                     Fonte: Youtube


As denominações evangélicas na sua grande maioria se manifestam contra as comemorações de halloween, por acreditarem que as comemorações estejam baseadas em tradições pagãs!

Pois bem! Se vamos seguir essa linha de pensamento, quantos rituais antigos foram incorporados no seio da igreja, que não se sustentam a luz do novo testamento!

Por exemplo:

Templo ( Os judeus do velho testamento tinham templo, porém já não existe mais).
Altar ( Existia no templo do velho testamento).
Dizimo ( Prática estabelecida aos judeus, no velho testamento, você é Judeu ? ).
Sacerdote ( Judeu consagrado para ofício do templo, descendente d tribo de Levi).
Indulgências ( Vendas de utensílios consagrados, água, rosa, óleo, etc....).

Nada disso nos compete mais! estamos vivendo a luz da nova aliança, e da graça de Cristo Jesus!

Penso que antes de moralizarmos qualquer costume externo primeiro precisamos limpar nossa própria casa! de costumes e práticas desaprovadas pelo próprio Cristo!






sábado, 28 de outubro de 2017

Devo dar o Dizimo ?


Reflexões sobre o Dizimo!



                              Assista esses vídeos e abra sua consciência sobre o evangelho


                                                                  Fonte: youtube

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Como pagar de forma correta Prebenda Pastoral


            Será que sua igreja paga corretamente o subsídio Pastoral, leia o artigo abaixo e descubra a forma correta e legal de fazer esse pagamento.

                                      Resultado de imagem para imagem de pagamento


Artigo retira do do Site: https://blog.soareseneves.com.br/como-pagar-corretamente-subsidio-pastoral/
A seu turno, vamos analisar primeiramente, a luz da legislação vigente e do ordenamento constitucional pátrio, o que é um “Ministro de Confissão Religiosa”. Para o Ministério do Trabalho, eles são aqueles que realizam liturgias, celebrações, cultos e ritos, formam pessoas segundo preceitos religiosos das diferentes tradições, entre outras atividades relacionadas.
Os ministros desenvolvem suas atividades como consagrados ou leigos, de forma profissional ou voluntária, em templos, igrejas, sinagogas, mosteiros, etc, sendo essencial o exercício contínuo de competências pessoais específicas.
A portaria ministerial nº 397, de 09/10/2002, aprovou para uso no território nacional a Classificação Brasileira de Ocupação (CBO 2002), e esta no grupo 2631, nomeia e identifica as ocupações dos Ministros de Culto, Missionários, Teólogos e Profissionais Assemelhados.
Já sabendo o que é um Ministro de Confissão Religiosa e suas principais atividades, surgem outras questões, quanto à provável relação de emprego com sua instituição, o seu correto enquadramento na questão previdenciária e o tratamento da sua renda para fins de imposto de renda, e as obrigações decorrentes destas situações.
Vamos analisar primeiro a questão da relação de emprego. Nossos tribunais tem reiteradamente, reconhecido que NÃO HÁ vínculo de emprego entre os ministros de confissão religiosa e as instituições as quais ele serve, vejamos algumas:
VINCULO EMPREGATÍCIO – PASTOR – Estando evidenciado nos autos a inexistência de qualquer relação empregatícia e que a igreja sobrevive dos dízimos e donativos arrecadados, não há que se falar em vínculo empregatício, mormente quando  o próprio recorrente afirma que trabalhava como pastor em razão de convicções ideológicas e na utilização de um dom concedido por Deus (TRT 10ª Reg. – RO 4.625/93 – Ac. 1ª T.227/94 – Rel. Juíz Francklin de Oliveira – DJU 23/03/1994).
PASTOR EVANGÉLICO, MINISTRO DE CONFISSÃO RELIGIOSA, SACERDÓCIO OU EMPREGO? – Ministro de Confissão Religiosa não presta serviços para a denominação, mas, como autêntico intermediário entre o sacro e o profano, exerce o seu sacerdócio por intermédio dela, o que afasta os requisitos da alteridade e subordinação. Não ganha almas para a denominação, mas para Deus. Não é meio de vida em prol da Vida Eterna, própria e dos fieis.
Assim o verdadeiro Ministro não trabalha para a denominação, mas para Deus, sendo a hierarquia eclesiástica da instituição mero instrumento para otimizar a divulgação do Evangelho. Não se pode esquecer ainda que o verdadeiro ministro, que deve viver de forma digna com valores pagos pela denominação, não exerce seu ministério em troca de um salário, sob pena de, em pele de cordeiro, se transformar num execrável mercador da fé cristã. Relação de emprego não reconhecida, pois não foram preenchidos os requisitos do art. 3º da CLT. (TRT 15ª Reg. – RO 2526-2003-032-15-00-8 – 3ª Turma, 6ª Câmara).
Para Aristeu de Oliveira e Valdo Romão na obra “Manual do Terceiro Setor e Instituições Religiosas”, o padre, o pastor, o ministro são, em síntese, sacerdotes, isto é, pessoas que, imbuídas de fé e ainda convictas de suas doutrinas, independentemente da fé que professam, resolvem ser propagadores de sua religiosidade, e assim buscam conduzir pessoas para o caminho da verdade, desenvolvem funções espirituais, extremamente delicadas e singulares.
O vínculo do Ministro de Confissão Religiosa com a Organização Religiosa que ele serve tem início na sua vocação, o tratamento dado pelo nosso ordenamento jurídico, predominante até os dias atuais, tanto aos homens como às mulheres, não dá ao ministro condições de relação de emprego por inexistir contrato de trabalho com a organização religiosa. Registrar um Ministro de Confissão Religiosa como empregado é um grave erro jurídico.
Não sendo empregado, seria então o Ministro de Confissão Religiosa um autônomo? Também não. A Previdência Social o equiparou a autônomo até o advento da Lei nº 9.876/99 de 26/11/1999, que extinguiu essa categoria, passando pois a denominá-lo contribuinte individual.
Se fosse autônomo, teria que fazer inscrição junto à prefeitura, e emitindo nota fiscal teria que entregá-la à instituição religiosa toda vez que fosse receber o seu sustento pastoral. Neste entendimento, não deve também o ministro obter sua inscrição como autônomo junto à municipalidade, não sendo um profissional autônomo, não tendo também obrigação de pagar ISS (Imposto Sobre Serviços).
Elucidando de vez a questão, o Ministro de Confissão Religiosa é um contribuinte individual obrigatório da Previdência Social, recaindo sobre este a obrigação de recolher por meio da Guia de Previdência Social – GPS sua contribuição mensal ao Instituto Nacional do Seguro Social, senão vejamos:
Lei 8.212/91 –
Art. 12. São segurados obrigatórios da Previdência Social as seguintes pessoas físicas:
[…]
V – como contribuinte individual: (Redação dada pela Lei nº 9.876, de 26/11/1999).
[…]
c) o ministro de confissão religiosa e o membro de instituto de vida consagrada, de congregação ou ordem religiosa. (Redação dada pela Lei nº 10.403, de 08/01/2002).
Não deve também a instituição religiosa recolher sobre o valor pago ao ministro nenhum tipo de contribuição previdenciária, nem reter nada a este título. Para a previdência social os valores pagos aos ministros de confissão religiosa não compõe base de cálculo para recolhimento da “quota patronal” sobre a folha de pagamento, ou seja 20% sobre o total da remuneração, o sustentáculo legal é o artigo 22, inciso III, e o § 13, da Lei 8.212/91 de 24/07/1991, in verbis:
Lei 8.212.
Art. 22. A contribuição a cargo da empresa, destinada a Seguridade Social, além do disposto no art. 23, é de:
[…]
III – vinte por cento sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título, no decorrer do mês, aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços;
§ 13. Não se considera como remuneração direta ou indireta, para os efeitos desta Lei, os valores dispendidos pelas entidades religiosas e instituições de ensino vocacional com ministro de confissão religiosa, membros de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa em face do seu mister religioso ou para sua subsistência desde que fornecidos em condições que independam da natureza e da quantidade do trabalho executado.
As igrejas ou instituições religiosas, exclusivamente no caso dos Ministros de Confissão Religiosa não devem somar o valor pago a estes na base de cálculo da quota patronal da previdência social, havendo outros empregados o procedimento é o normal, 20% de quota patronal mais 1,2 ou 3% dependendo do enquadramento do SAT, e ainda a contribuição a cargo de Terceiros.
O valor pago aos ministros não devem compor essa base de cálculo, entretanto estes devem recolher a guia GPS, como contribuintes individuais, o valor correspondente a 20% (vinte por cento) sobre o montante por ele declarado como recebido da instituição, devendo este estar entre o salário mínimo nacional vigente e o teto da previdência social.
Essa assertiva encontra base legal na Instrução Normativa RFB nº 971 de 13/11/2009, art. 65 caput e § 4º, que assim dispõe:
Instrução Normativa RFB nº 971/2009.
Art. 65. A Contribuição Social previdenciária do segurado contribuinte individual é:
[…]
§ 4. A contribuição do ministro de confissão religiosa ou membro de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa, na situação prevista no § 11 do art. 55, a partir de 1º de abril de 2003, corresponderá a 20% (vinte por cento) do valor por ele declarado, observados os limites mínimo e máximo do salário-de-contribuição.
Questionado sobre o pagamento a Ministros de Confissão Religiosa o INSS, no “Tire Suas Dúvidas”, assim se posicionou a respeito, veja abaixo, a pergunta e a resposta:
Pergunta: Como deve ser a contribuição e o desconto da entidade religiosa sobre o valor pago ao ministro de confissão religiosa?
Resposta: De acordo com o parágrafo 13 do art. 22 da Lei 8.212/91, não se considera     remuneração direta ou indireta,  para   efeito   de contribuição      previdenciária,      os   valores    dispendidos pelas  entidades    religiosas   e  instituições   de   ensino   vocacional     com ministro  de  confissão  religiosa,  membros  de  instituto  de  vida consagrada,  de  congregação  ou  de  ordem  religiosa  em  face  do seu   mister    religioso    ou   para    sua   subsistência     desde    que fornecidos    em   condições     que   independam      da   natureza    e  da quantidade do trabalho executado.
Portanto, o valor pago ao ministro de confissão religiosa não é considerado     remuneração,  a      menos    que  seja   pago  por  tarefa executada, como exemplo, pela quantidade de missas rezadas, ou por  casamento  celebrado,  por  batismo,  etc.  Quando  o  valor  é pago  mensalmente  para  a  subsistência  do  religioso,  a  lei  não considera como remuneração, portanto não deve ser informado na  GFIP  e  nem  ser  descontada  a  contribuição  do  religioso.
Só deve  ser  informado  na  GFIP,  quando  o  valor  for  considerado remuneração. Neste caso, o ministro de confissão religiosa deverá recolher sua contribuição     sobre o valor por ele declarado,    observados     os limites mínimo e máximo do salário-de-contribuição, utilizando o código de recolhimento de contribuinte individual.
A resposta do INSS vem apenas corroborar com tudo que assentamos neste texto, fundamentando em cada caso, com a legislação específica e chegando finalmente as conclusões que:
Não existe relação de emprego entre o pastor e a igreja;
O pastor é considerado para fins previdenciários como contribuinte individual;
A título de contribuição previdenciária, a igreja não deverá descontar nada do pastor;
Os pagamentos efetuados ao pastor não devem constar na GFIP.
E o Imposto de Renda?

Até aqui, sanada qualquer dúvida com relação a parte previdenciária, persiste ainda a questão do imposto de renda, e este deve ser deduzido do pagamento da prebenda pastoral?

Vejamos: As igrejas e templos de qualquer culto gozam do instituto da imunidade, este que só pode ser concedido via regra constitucional, essa imunidade entretanto é para si, não alcançando aqueles que lhes prestem serviços, e não as exime das demais obrigações acessórias previstas em lei.
O Regulamento do Imposto de Renda em vigor (RIR/99), decreto nº 3.000 de 26/03/1999, no artigo 167 caput e § Único, incumbe as entidades destas obrigações, conforme transcrevemos abaixo:
Decreto 3.000.
Art. 167. As imunidades, isenções e não incidências de que trata este Capítulo não eximem as pessoas jurídicas das demais obrigações previstas neste Decreto, especialmente as relativas à retenção e recolhimento de impostos sobre rendimentos pagos ou creditados e à prestação de informações (Lei nº 4.506, de 1964, art. 33).
Parágrafo único. A imunidade, isenção ou não incidência concedida às pessoas jurídicas não aproveita aos que delas percebam rendimentos sob qualquer título e forma (Decreto-Lei nº 5.844, de 1943, art. 31). Grifo nosso.
Portanto, conforme o embasamento acima, sobre a importância paga ao pastor deve incidir sim o imposto de renda na fonte, conforme a tabela progressiva do IRRF da Secretaria da Receita Federal, a igreja deverá aplicar a tabela e reter o valor correspondente e deverá recolher através da guia própria chamada DARF.
A base de cálculo para a apuração do valor a ser retido é o resultado obtido considerando a dedução do valor pago para a previdência pelo pastor e os dependentes que porventura tenha, segundo a dedução da tabela progressiva.
Chamamos atenção ainda para outro fator, o valor considerado pago ao pastor é o somatório da prebenda pastoral e outros benefícios porventura concedidos, tais como planos de saúde, fundo ministerial, seguro de vida, aluguel, condomínio, água, luz, etc., ou seja todos os benefícios que ele possa receber da igreja a que serve, que não possua documentação em nome desta, quem deverá documentá-la é o pastor; logo, é ele quem deve fornecer a igreja o recibo para que ela tenha em sua contabilidade um documento idôneo de saída do recurso financeiro, e sobre estas verbas incide o IRRF.
Para Aristeu de Oliveira e Valdo Romão no livro “Manual do Terceiro Setor e Instituições Religiosas” merece ainda nossa atenção a denominação que damos ao vencimento pastoral, primeiramente define-se que não pode ser chamado, em hipótese alguma, de salário, visto que tal designação é própria quando existe a vinculação trabalhista, que conforme amplamente demonstrado, não é o caso.
Podemos atribuir nomes como: Côngrua, Proventos Ministeriais, Sustento Pastoral, Múnus Eclesiástico, Prebenda ou ainda Honorário Pastoral. Já o pagamento deverá sempre ser realizado contra recibo para que a igreja ou instituição tenha a devida comprovação em sua contabilidade.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Fenômenos sobrenaturais

                                         Fenômenos sobrenaturais captados em vídeo

fonte: Youtube


Para você que é cético, racional e não consegue conceber a ideia de que existe um mundo invisível a nossa volta, mundo este constituído de inúmeros fatos, aparições e fenômenos sobrenaturais. Prepare-se, pois esse mundo existe e é mais real do que você imagina. O apostolo São Paulo, já escrevia em suas epístolas " A nossa luta não é contra a carne ou contra o sangue, mas sim contra as potestades que habitam nas regiões celestiais e nos ares." 

Fonte: youtube


Esse vídeo serve de consolo para quem achou que estava ficando louco, por ver seus objetos serem lançados no chão dentro de sua casa, pratos voando e coisas do gênero. A boa noticia é que você não está louco, a má é que existe um espirito maligno te oprimindo no seu ambiente, seja de trabalho,ou no seu lar. Mas não se desespere o nome de Jesus tem todo o poder sobre qualquer potestade maligna, e onde habita o seu espirito de paz, mansidão, justiça e misericórdia não sobra espaço para mais nada.


                                   
                                                                         Fonte: youtube


Esses vídeos são apenas alguns dos milhares já filmados e captados, demostrando a atuação de forças ocultas e sobrenaturais aos nossos olhos, mas a verdade é que existe um plano invisível ao nosso  onde residem espíritos malignos, e eventualmente os mesmos conseguem se materializar no nosso plano espiritual e até mesmo possuir alguns humanos, desde  que estes estejam suscetíveis a isso.


Que Cristo Jesus reine em nossos corações e  livrai-nos do mal, amém. 





Pr. Cristiano Kaller



segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Desviado ou desigrejado


Desigrejados!!!

Fonte: Youtube




Assista este vídeo e reflita como o conceito de Igreja que é ensinado em diversos segmentos cristãos, apresenta suas diferenças etimológicas, podendo gerar confusões e divergências conceituais. Divergências essas que podem fazer toda a diferença na essência do evangelho e sua finalidade.







Pastor: Cristiano Kaller

domingo, 17 de setembro de 2017

Expulsar demônios e a auto sugestão

                                                               Auto Sugestionamento


                                                                         Fonte: Youtube


            O ambiente que frequentamos pode ser muito sugestivo a certas manifestações da psique- humana. Existe uma confusão muito grande em determinados senários evangélicos onde se acredita que é o poder de Deus operando no ambiente, mas na maioria das vezes o que realmente acontece é um processo de hipnose em grupo. " frases de efeito moral" e velhos jargões são utilizados a fim de conduzir a  manobra. O que é pior é que existem profissionais, fazendo nome e carreira com tais práticas, já porém também existe aqueles que tentam imitar esses profissionais, e acabam conseguindo promover uma hipnose em grupo, porém sem a minima noção das consequências e possíveis ceguelas deixadas aos ouvintes.


Pastor Cristiano Kaller.

Ritual de exorcismo Romano

                                                O Rituale Romanum
                                               Resultado de imagem para imagem de sigilo utilizado em exorcismo para prender os demonios
                                                  Imagem de sigilo de proteção contra possessão



O Rituale Romanum (Ritual Romano em latim) é um livro litúrgico que contém todos os rituais normalmente administrados por um padre, incluindo o único ritual formal para exorcismo sancionado pela Igreja Católica Romana até finais do século XX, ritual para abençoar água, imagens e etc. Além do exorcismo de demônios, esse manual de serviço para padres também contém instruções para o exorcismo de casas e outros lugares que se acredita estarem infestados por entidades malignas.

Escrito no ano de 1614 durante o papado do Papa Paulo V, o Rituale Romanum alertava os padres contra realizar os ritos de exorcismo em indivíduos que não estejam realmente possuídos.
 Mas com o avanço da ciência médica que podia diagnosticar com maior precisão doenças tanto físicas quanto mentais, os casos de possessão real – demoníaca (extremamente "rara" [carece de fontes]; na verdade não comprovada) e espiritual (comum) – tornaram-se muito mais difíceis de determinar. Muito do que se acreditava ser possessão demoníaca agora é diagnosticado como sendo esquizofrenia, paranóia, distúrbio de múltipla personalidade, disfunções sexuais, histeria, e outras neuroses resultantes de obsessões e terrores da infância. Desde sua publicação inicial no século XVII, o manual permaneceu inalterado até 1952, quando duas pequenas alterações no texto do ritual do exorcismo foram feitas.
Essas revisões mudaram, por exemplo, o texto em uma linha que dizia "sintomas de
possessão são sinais da presença do demônio" para "sintomas de possessão podem ser sinal de demônio". Em outra sentença original, referia à pessoas sofrendo de condições além da possessão demoníaca ou espiritual como "aqueles que sofrem de melancolia ou outras enfermidades", e foi modificada para "aqueles que sofrem de enfermidades, particularmente enfermidades mentais".
Há padres, em número cada vez maior, que acreditam na existência de possessão demoníaca e enumeram sinais que indicam sua presença. De acordo com esses membros do clero, se um indivíduo demonstra habilidades paranormais, manifesta força física sobre-humana e, principalmente, fala em línguas desconhecidas, então ele pode ser um candidato para o ritual de exorcismo. A Igreja pode considerar esse indivíduo possuído quando os sintomas citados anteriormente são acompanhados de repulsa extrema por objetos sagrados. Um padre treinado na expulsão de demônios e espíritos malignos é então convocado e, somente após receber permissão de um bispo, pode realizar o centenário ritual do exorcismo.

                                                Exorcismo em Latim

 Ritual Romano

Regna terrae, cantate deo, psallite domínio... Tribuite virtutem deo.

Exorcizamus te, omnis immundus spiritus, omnis satanica potes tas, omnis incuriso infernalis adversarii, omnis legio, omnis congredatio et secta diabólica... Ergo...

Perditionis venenum propinare. Vade, satana, inventor et magister omnis fallaciae. Hostis humanae salutis. Humiliare sub potenti manu dei. Contremisce et effuge. Invocato a nobis sancto et terribile nomine. Quem inferi tremunt...

Ab insidis diaboli, libera nos, domine. Ut ecclesiam tuam secura tibi facias, libertate servire, te rogamus, audi nos. Ut inimicos sanctae ecclesiae humiliare digneris, to rogamus audi...

Dominicos sanctae ecclesiae, terogamus audi nos, terribilis deus do sanctuario suo deus israhel. Lpse tribuite virtutem et fortitudinem plebi suae, benedictus deus, gloria patri..."


Agora a Tradução do Texto:

"Reinos da Terra, cantai a Deus, salmodiai ao Senhor. Reconhecei o poder de Deus.

Te exorcizamos, todo espírito imundo, todo poder satânico,
toda investida do adversário infernal, toda legião, toda congregação e seita diabólica.
Desse modo...

Brindai o veneno da perdição. Afasta-te Satanás, inventor e mestre de toda mentira. Inimigo da sanidade humana. Humilhai-vos sob a poderosa mão de Deus. Estremecei e fugi quando invocado por nós o santo e terrível nome, diante de quem os infernos tremem...

Livra-nos, Senhor, das armadilhas do diabo, para que faças segura para ti a tua igreja, servir na liberdade, te pedimos, ouve-nos.

Para que digneis humilhar os inimigos da Santa Igreja, te pedimos, ouve-nos.
Os servos da Santa Igreja, te pedimos, ouve-nos, Deus terrível, do teu santuário, Deus de Israel. Ele atribuirá força e poder ao seu povo, Deus bendito, glória ao Pai..."









Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Kabbalah, seita ou sociedade secreta ?



                                                              Kabbalah

                                       


Kabbala (em hebraico: קַבָּלָה, literalmente "receber/tradição"; também romanizada como Cabala, Qabbālâ, etc.; transliterações diferentes agora tendem a denotar tradições alternativas é um método esotérico, disciplina e escola de pensamento que se originou no judaísmo. Um cabalista tradicional no judaísmo é chamado de Mekubal (em hebraico: מְקוּבָל).

Definições da cabala variam de acordo com a tradição e objetivos daqueles que lhe seguem, a partir de sua origem religiosa, como parte integrante do judaísmo, a sua posterior cabala cristã, Nova Era, e adaptações sincréticasocultistas. A Cabala é um conjunto de ensinamentos esotéricos feitos para explicar a relação entre um imutável, eterno e misterioso Ain Soph (sem limites) e o universo mortal e finito (criação de Deus). Embora seja muito usado por algumas denominações, não é uma denominação religiosa em si. Ele forma os fundamentos da interpretação religiosa mística. A Cabala procura definir a natureza do universo e do ser humano, a natureza e o propósito da existência, e diversas outras questões ontológicas. Também apresenta métodos para auxiliar a compreensão desses conceitos e, assim, atingir a realização espiritual.

A cabala originalmente se desenvolveu dentro do domínio do pensamento judaico, e cabalistas costumam usar fontes judaicas clássicas para explicar e demonstrar os seus ensinamentos esotéricos. Esses ensinamentos são mantidos pelos seguidores do judaísmo para definir o significado interno, tanto da Bíblia hebraica e da literatura rabínica tradicional e sua dimensão transmitida anteriormente escondida, bem como de explicar o significado das observâncias religiosas judaicas.

Os praticantes tradicionais acreditam que suas origens pré-datam as religiões do mundo, formando o modelo primordial para filosofias de criação, as religiões, as ciências, a arte, e sistemas políticos. Historicamente, a cabala surgiu, depois de formas anteriores de misticismo judaico, nos séculos 12 e 13, no Sul da França e da Espanha, tornando-se reinterpretadas no renascimento místico judeu da Palestina otomana, no século XVI. Foi popularizado na forma de judaísmo hassídico do século XVIII em diante. 

O interesse do século XX pela cabala tem inspirado a renovação judaica denominacional da cruz e contribuindo para a mais ampla espiritualidade contemporânea não-judaica, assim como envolver seu surgimento florescentee histórico re-destacado através da investigação acadêmica recém-criada.

Conceito

Alma humana

O Zohar propõe que a alma humana possui três elementos, nefesh, ru'ach, e neshamah. O nefesh é encontrado em todos os seres humanos e entra no corpo físico durante o nascimento; é a fonte da natureza física e psicológica do indivíduo. As outras duas partes da alma não são implantadas durante o nascimento, mas criadas lentamente com o passar do tempo. Seu desenvolvimento depende das ações e crenças do indivíduo. Elas só existiriam por completo em pessoas espiritualmente despertas.
Uma forma comum de explicar as três partes da alma é como mostrado a seguir:

Nefesh - A parte inferior ou animal da alma. Está associada aos instintos e desejos corporais.
Ruach - A alma mediana, o espírito. Ela contém as virtudes morais e a habilidade de distinguir o bem e o mal.
Neshamah - A alma superior, ou super-alma. Essa separa o homem de todas as outras formas de vida. Está relacionada ao intelecto, e permite ao homem aproveitar e se beneficiar da pós-vida. Essa parte da alma é fornecida tanto para judeus quanto para não-judeus no nascimento. Ela permite ao indivíduo ter alguma consciência da existência e presença de Deus.

A Raaya Meheimna, uma adição posterior ao Zohar, de autor desconhecido, sugere que haja mais duas partes da alma, a chayyah e a yehidah. Gershom Scholem escreveu que essas "eram consideradas como representantes dos níveis mais elevados de percepção intuitiva, ao alcance somente de alguns poucos escolhidos".

Chayyah - A parte da alma que permite ao homem a percepção da divina força.
Yehidah - O mais alto nível da alma, pelo qual o homem pode atingir a união máxima com Deus.

Guemátri

A Guemátria, também conhecido como "numerologia judaica", é um método hermenêutico de análise das palavras bíblicas, de origem assírio-babilônica, que atribui um valor numérico definido a cada letra do Torá (Pentateuco).
A cada letra do alfabeto hebraico é atribuído um valor numérico. Os valores guemátricos das 22 letras hebraicas são:


Decimal Letra Hebraico
1 Aleph א
2 Bet ב
3 Gimel ג
4 Daled ד
5 Heh ה
6 Vav ו
7 Zayin ז
8 Het ח
9 Tet ט

Decimal Letra Hebraico
10 Yud י
20 Kaf כ
30 Lamed ל
40 Mem מ
50 Nun נ
60 Samech ס
70 Ayin ע
80 Peh פ
90 Tzady צ

Decimal Letra Hebraico
100 Koof ק
200 Reish ר
300 Shin ש
400 Taf ת
500 Kaf (final) ך
600 Mem (final) ם
700 Nun (final) ן
800 Peh (final) ף
900 Tzady (final) ץ

O valor de uma palavra do Torá é definido como o somatório dos valores das letras que a compõem. Quando o valor de uma palavra equivale à de uma palavra diferente, a Guemátria entende que elas necessariamente têm uma ligação simbólica. Analisando estas conexões através de métodos elaborados, as escrituras sagradas são interpretadas e explicadas.

Árvore da Vida

A Árvore da Vida contemplada de uma forma analítica
A Árvore da Vida é um sistema cabalístico hierárquico em forma de árvore, dividida em dez Sefirot (partes ou frutos), que tanto podem ser interpretadas como estágios do todo (Universo), quanto ser lidas como estados de consciência.

As Sefirot são consideradas como emanações de Ain Soph, que permanece não manifestado e é incompreensível à inteligência humana.

Os Sefirot emanados são, na sequência:

Kether - Coroa
Chokmah - Sabedoria
Binah - Entendimento
Chesed - Misericórdia
Geburah - Julgamento
Tipareth - Beleza
Netzach - Vitória
Hod - Esplendor
Jesod - Fundamento
Malkuth - Reino

A Árvore da Vida começa em Kether, a centelha divina, a causa primeira de todas as coisas. Esta centelha desce na árvore tornando-se cada vez mais densa. A décima sefirah é Malkuth, a matéria densa, e representa o estado último das coisas. Subindo na Árvore, partindo de Malkuth, o homem eleva seu estado de consciência, aproximando-se cada vez mais de Kether.

Desta forma, a Árvore da Vida pode ser usada tanto para explicar a criação do Universo quanto para hierarquizar o processo evolutivo do homem.

                                
                                                 Imagem da árvore da vida Kabalistica


Dualidade Cabalística

Embora a Cabala sustente a unidade de Deus, uma das críticas mais sérias e persistentes é que pode questionar o monoteísmo e promover o dualismo (crença de que existe um poder do bem contraposto a um poder maligno), pois alguns de seus textos mencionam a existência de uma contraparte sobrenatural de Deus.

Existem dois modelos principais de cosmologia gnóstica dualista: o primeiro, que remonta a Zoroastrismo, acredita que a criação é ontologicamente dividida entre as forças do bem e do mal. A segunda, encontrada em grande parte das filosofias greco-romanas, como o neoplatonismo, acredita que o universo conhecia uma harmonia primordial, mas que uma perturbação cósmica originou uma segunda dimensão da realidade, o mal. Este segundo modelo influenciou a cosmologia da Cabala.

De acordo com a cosmologia cabalista, as dez Sefirot correspondem a dez níveis de criação. Estes níveis da criação não devem ser entendidos como dez diferentes divindades, mas como maneiras ou níveis diferentes de revelar Deus. Não é Deus que muda, mas a capacidade de perceber Deus que muda.

Enquanto Deus pode parecer apresentar natureza dupla (masculina/feminina, compassiva/julgadora, criadora/destruidora), os seguidores da Cabala têm consistentemente salientado a unidade absoluta de Deus. A natureza oculta e ilimitada de Deus, ou Ain Soph, existiria acima de tudo, transcendendo qualquer definição. A habilidade de Deus para tornar-se escondido da percepção é chamada de tzimtzum ("restrição"). O ocultamento torna a criação possível porque Deus pode ser "revelado" em uma diversidade de formas limitadas, formando então os blocos de criação.

Trabalhos cabalísticos posteriores, incluindo o Zohar, parecem afirmar o dualismo mais fortemente. Eles atribuem todos os males do universo a uma força sobrenatural, conhecida como Achra Sitra("outro lado"), que também emana de Deus. A "esquerda" da emanação divina é um reflexo negativo do lado de "santidade", com que foi bloqueado em combate. Embora neste aspecto o mal exista dentro da estrutura divina dos Sefirot, a Zohar indica que o Ahra Sitra não tem poder sobre o Ain Soph, e só existe como um aspecto necessário da criação de Deus para dar ao homem o livre arbítrio, e que o mal é a consequência dessa escolha. Não é uma força sobrenatural em oposição a Deus, mas um reflexo da luta interna moral dentro de humanidade entre os ditames da moralidade e da renúncia de instintos básicos.








Fonte: Wikipédia


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Cientologia seita ou igreja?

                                      Cientologia igreja ou Seita ?

                                      



Cientologia é um conjunto de crenças e práticas relacionadas criado por L. Ron Hubbard (1911–1986), começando em 1952, como sucessor ao seus sistemas de auto-ajuda chamado Dianéticas. Hubbard caracterizou a Cientologia como religião e em 1953 incorporou a Igreja da Cientologia em Camden, Nova Jersey. 

Cientologia ensina que as pessoas são seres imortais que se esqueceram de sua verdadeira natureza. Seu método de reabilitação psiquiátrica espiritual é um tipo de aconselhamento conhecido como Auditoria, no qual os praticantes visam reviver conscientemente os eventos dolorosos ou traumáticos de seu passado a fim de libertar-se dos seus efeitos limitantes. Os materiais de estudo e cursos de auditoria são disponibilizados aos membros em troca de doações específicas. 

A Cientologia é reconhecida legalmente como uma religião isenta de impostos nos Estados Unidos, Itália, África do Sul, Austrália, Suécia, Nova Zelândia, Portugal] e Espanha. A Igreja da Cientologia enfatiza isso como prova de que é uma religião de boa-fé. Em outros países, nomeadamente Canadá, França, Alemanhae no Reino Unido, a Cientologia não tem status religioso comparável embora suas Igrejas sejam permitidas.

A maioria dos países da Europa considera a Cientologia uma seita. Na Alemanha, a cientologia é monitorada nacionalmente pelo Bundesamt für Verfassungsschutz (BfV). É público e notório que a Cientologia gasta milhões de dólares com advogados e detetives particulares para processar e espionar qualquer pessoa que se mostre uma ameaça aos seus negócios. A cientologia foi condenada definitivamente na França em 2013, por fraude e formação de quadrilha, depois que o Tribunal de Cassação, a instância judicial mais importante no país, rejeitou o recurso apresentado pela organização. Os juízes, na sentença de fevereiro de 2012 do Tribunal de Apelação, consideraram provado que as duas principais entidades da Cientologia na França contavam com uma estrutura destinada a extorquir pessoas vulneráveis. 

A justiça belga quer estabelecer um precedente internacional com uma condenação exemplar da Igreja da Cientologia, estabelecida na Bélgica desde 1974, acusada de fraude, violação da lei de proteção de dados pessoais (proteção da privacidade), extorsão e charlatanismo (exercício ilegal de medicina). O processo partiu de uma investigação que se prolongou por seis anos. Ofertas de emprego teriam sido feitas pela Igreja da Cientologia em Bruxelas para recrutar voluntários e novos membros, infringindo as rígidas leis trabalhistas belgas. A Igreja da Cientologia na Bélgica exigia aos interessados que aderissem aos seus princípios filosóficos. 

As filmagens sobre a tentativa de assassinato de Adolf Hitler no filme Operação Valquíria, com Tom Cruise no papel principal, foram proibidas em área militar alemã (em torno do Memorial Bendlerblock, em Berlim), pelo fato do protagonista pertencer à Igreja da Cientologia. Além de ser o produtor, Tom Cruise fez o papel principal, interpretando o herói alemão Claus Schenk Graf von Stauffenberg, que tentou assassinar Adolf Hitler com uma bomba escondida em uma pasta em julho de 1944. 

Na Alemanha membros da Cientologia estão constantemente sob vigilância do Bundesamt für Verfassungsschutz (BfV) (Escritório Federal para Proteção da Constituição), cujo trabalho é monitorar atividades antidemocráticas como partidos políticos neonazistas, células terroristas e seitas. 
Na Alemanha, o governo quer suprimir a existência das Parallelgesellschaften (sociedades paralelas) baseadas em convicções filosóficas separadas por meio do sistema educacional. Para o diretor da Associação Alemã de Professores de Escolas Primárias, aulas particulares conduzidas por cientologistas podem tirar vantagem da vulnerabilidade das crianças com dificuldades de aprendizado, que podem se sentir inferiores, o que as torna mais influenciáveis. A qualidade do ensino é, de um modo geral, muito boa e os custos são acessíveis, no entanto, os professores encorajam os estudantes a participar de outras classes, frequentemente muito mais caras, prometendo transformar o aluno em uma nova pessoa. 

Um grande número de organizações que supervisionam a aplicação da Cientologia foram estabelecidas, a mais notável delas sendo a Igreja da Cientologia. A Cientologia patrocina uma variedade de programas de serviço social. Estas incluem a Narconon, programa antidrogas, a Criminon, programa de reabilitação em prisões, a Study Tech, metodologia de educação, a Volunteer Ministers, o World Institute of Scientology Enterprises e um conjunto de diretrizes morais expressas em um livreto chamado The Way to Happiness. 

A Igreja da Cientologia é um dos mais controversos movimentos religiosos surgidos no século XX. Tem sido muitas vezes descrita como um culto que faz lavagem cerebral, defrauda e abusa financeiramente de seus membros, cobrando taxas exorbitantes por seus serviços espirituais Em resposta, os cientologistas têm argumentado que é um movimento religioso genuíno e que tem sido deturpado, caluniado e perseguido. 

A Igreja da Cientologia tem usado de forma consistente litígio contra seus críticos, e sua agressividade processando seus inimigos tem sido condenada como assédio. As controvérsias centram-se na crença da Cientologia que as almas ("thetans") reencarnaram e viveram em outros planetas antes de viverem na Terra, e que alguns dos ensinamentos relacionados não são reveladas aos praticantes até que eles paguem milhares de dólares para a Igreja da Cientologia. Outra crença controversa assegurada pelos cientologistas é de que a prática de psiquiatria é destrutiva, abusiva e deve ser abolida

                     Testes e auditorias com o E-Meter

A Cientologia afirma que as pessoas têm habilidades ocultas que ainda não foram completamente desenvolvidas.  Acredita-se que o aumento da consciência espiritual e benefícios físicos são alcançados através de sessões de aconselhamento conhecidas como auditoria. Através de auditoria, diz-se que as pessoas podem resolver seus problemas e libertar-se de seus engramas Isso restaura as pessoas à sua condição natural como thetans e permite que elas "tomem o controle" em suas vidas diárias, respondendo de forma racional e criativamente a eventos da vida, em vez de reagir a eles, sob a direção de engramas armazenados. Assim, aqueles que estudam os materiais da Cientologia e recebem sessões de auditoria avançam do status de Preclear (pré-limpo) para Clear (Limpo) e depois Operating Thetan(Thetan Operante). O objetivo utópico da Cientologia é "limpar o planeta", um mundo em que todo mundo está limpo de seus engramas. 

A auditoria é uma sessão pessoa por pessoa com um conselheiro ou auditor da Cientologia Ele tem uma semelhança superficial com a confissão ou aconselhamento pastoral, mas o auditor grava e armazena todas as informações recebidas e não dispensa o perdão ou conselho da mesma maneira que um pastor ou padre poderia fazer. Em vez disso, a tarefa do auditor é ajudar a pessoa a descobrir e compreender seus engramas efeitos limitantes, para si mesma. A maioria das auditorias requerem o uso do E-meter um dispositivo que mede as alterações por minuto da resistência eléctrica pelo corpo, quando uma pessoa tem eléctrodos de metal ("cans"), e uma pequena corrente passa através deles.] 

A Cientologia afirma que assistir as mudanças na tela do E-meter ajudam a localizar engramas, uma vez que uma área de preocupação for identificada, o auditor faz perguntas individuais e específicas sobre o assunto a fim de ajudara pessoa a eliminar o engrama; e usa o E-meter para confirmar que "carga" do engrama foi dissipada e o engrama foi, de facto apurado; a medida que o indivíduo progride, o foco da auditoria muda de engramas simples para engramas de complexidade crescente. Nos mais avançados níveis OT de auditoria, os cientologistas realizam sessões de auditoria sozinhos, atuando como seus próprios auditores.



                                              
                                                                        E-Meter







Fonte: Wikipédia

Palestra e Eventos

                     


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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Sociedade secreta Maçonaria parte 1

                                                              Maçonaria

                                                   


Maçonaria, forma reduzida e usual de franco-maçonaria, é uma sociedade filosófica, filantrópica, iniciática e progressista. Dentro da realidade atual, entretanto, a instituição não poderá ser considerada senão como sendo uma sociedade discreta. De caráter universal, cujos membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia, igualdade, fraternidade e aperfeiçoamento intelectual. Seu adjetivo é o maçônico e maçônica.

A maçonaria é, portanto, uma sociedade fraternal, que admite todos os homens livres e de bons costumes, sem distinção de raça, religião, ideário político ou posição social. Suas principais exigências são que o candidato acredite em um princípio criador, tenha boa índole, respeite a família, possua um espírito filantrópico e o firme propósito de tratar sempre de ir em busca da perfeição,aniquilando seus vícios e trabalhando para a constante evolução de suas virtudes.

Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autônomas, designadas por oficinas, ateliers, ou lojas.

Existem no mundo aproximadamente 3,6 milhões de integrantes espalhados pelos 5 continentes: 1,5 milhão nos Estados Unidos (em 1965 eram cerca de 4 milhões); 250 mil na Inglaterra; 170 mil no Brasil e 1,6 milhão no resto do mundo (dados de 2008).

O termo maçom ou mação provém do inglês mason e do francês maçon, que quer dizer pedreiro, construtor. O termo "maçonaria" provém do francês franc-maçonnerie, que significa, de franc-maçon, tradução de "free mason".

Estudiosos e pesquisadores costumam dividir a origem da maçonaria em três fases distintas.

Maçonaria Primitiva 
Maçonaria Operativa 
Maçonaria Especulativa 

Maçonaria Primitiva

A Maçonaria Primitiva, ou "Pré-Maçonaria", é o período que abrange todo o conhecimento herdado do passado mais remoto da humanidade até o advento da Maçonaria Operativa. Há quem busque nas primeiras civilizações a origem iniciática. Outras buscam no ocultismo, na magia e nas crendices primitivas a origem do sistema filosófico e doutrinário. Tantas são as controvérsias, que surgiram variadas correntes dentro da maçonaria. A origem mais aceita, segundo a maioria dos historiadores, é que a Maçonaria contemporânea descende dos antigos construtores de igrejas e catedrais, corporações formadas sob a influência da Igreja na Idade Média.

É evidente que a falta de documentos e registros dignos de crédito, envolve a maçonaria numa penumbra histórica, o que faz com que os fantasistas, talvez pensando em engrandecê-la,inventem as histórias sobre os primórdios de sua existência. Há vertentes afirmando que ela teve início na Mesopotâmia, outras confundem os movimentos religiosos do Egito e dos Caldeus como sendo trabalhos maçônicos. Há escritores que afirmam ser o Templo de Salomão o berço da Maçonaria.

O que existe de verdade é que a Maçonaria adota princípios e conteúdos filosóficos milenares,que foram adotados por instituições como as "Guildas" (na Inglaterra), Compagnonnage (na França), Steinmetzen (na Alemanha). O que a Maçonaria fez foi adotar todos aqueles princípios que eram abraçados por instituições que existiram muito antes da formação de núcleos de trabalho que passaram à história como o nome de Maçonaria Operativa ou de Ofício.

Maçonaria Operativa

A origem perde-se na Idade Média, se considerarmos as suas origens Operativas, ou seja, associação de cortadores de pedras verdadeiros, que tinha como ofício a arte de construção de castelos, muralhas etc.

Após o declínio do Império Romano, os nobres romanos afastaram-se das antigas cidades e levaram consigo camponeses para proteção mútua para se proteger dos bárbaros. Dando início ao sistema de produção baseado na contratação servil Nobre-Povo (Feudalismo) 

Ao se fixar em novas terras, os nobres necessitavam de castelos para sua habitação e fortificações para proteger o feudo. Como a arte de construção não era nobre, deveria advir do povo e como as atividades agropecuária e de construção não guardavam nenhuma relação, uma nova classe surgiu: Os construtores, herdeiros das técnicas romanas e gregas de construção civil.

Outras companhias se formaram: artesão, ferreiro, marceneiros, tecelões, enfim, toda a necessidade do feudo era lá produzida. A maioria das guildas limitava-se no entanto às fronteiras do feudo.

Já as guildas dos pedreiros  necessitavam mover-se para a construção das estradas e das novas fortificações dos Templários. Os demais membros do povo não tinham o direito de ir e vir, direito este que hoje temos e nos é tão cabal. Os segredos da construção eram guardados com incomensurável zelo, visto que, se caíssem em domínio público as regalias concedidas à categoria, cessariam. Também não havia interesse em popularizar a profissão de pedreiro, uma vez que o sistema feudal exigia a atividade agropecuária dos vassalos.

A Igreja Católica Apostólica Romana encontra neste sistema o ambiente ideal para seu progresso. Torna-se uma importante, talvez a maior, proprietária feudal, por meio da proliferação dos mosteiros, que reproduzem a sua estrutura. No interior dos feudos, a igreja detém o poder político, econômico, cultural e científico da época.

Maçonaria Especulativa

Em 24 de junho de 1717 na Inglaterra é que tem origem a Maçonaria, tal e qual a conhecemos hoje em dia, também denominada como "Maçonaria Especulativa", que corresponde ao movimento iniciático tal e qual o conhecemos hoje em dia, e que é uma consequência do iluminismo, e um projectar daquilo que viria a ser mais tarde, a revolução industrial do século XIX, e a revolução francesa, juntamente com ordens como os iluminados da bavária e outras, ordens similares. 

Corresponde à segunda fase, que utiliza os moldes de organização dos maçons operativos juntamente com ingredientes fundamentais do supra-referido pensamento ilusionista, (mais tarde o nacionalismo segundo a escola alemã de filósofos como Kant, etc.), posterior ruptura da Igreja Romana, que viria a ser contudo quebrada, pelo papa João Paulo II, que defendia a maçonaria como uma "respeitável organização", apesar da ainda existente divisão da Igreja Católica, em relação à aceitação e à co-existência com a franco-maçonaria, que durante muito tempo era vista por esta como algo que poderia questionar a soberania da mesma e consequentemente a soberania do estado Vaticano e consequentemente do império Romano, com ela e a reconstrução física da cidade de Londres, berço da maçonaria regular. A Franco-Maçonaria esteve também envolvida no processo de colonização e descolonização dos EUA, do Brasil, e de outros países da América Latina.

Com o passar do tempo as construções tornavam-se mais raras. O feudalismo declinou dando lugar ao mercantilismo, com consequente enfraquecimento da igreja romana, havendo uma ruptura da unidade cristã advinda da reforma protestante.

Superada a tragédia da peste negra que dizimou a população europeia, teve início o Iluminismo no século XVIII, que defendia e tinha como princípio a razão, ou seja, o modo de pensar, de ter "luz".

A Inglaterra surge como o berço da Maçonaria Especulativa regular durante a reconstrução da cidade após um incêndio de grandes proporções em sua capital Londres em setembro de 1666 que contou com muitos pedreiros para reconstruir a cidade nos moldes medievais.

Para se manter, foram aceitas outras classes de artífices e essas pessoas formaram paulatinamente agremiações que mantinham os costumes dos pedreiros nas suas reuniões, o que diz respeito ao reconhecimento dos seus membros por intermédio dos sinais característicos da agremiação.

Essas associações sobreviveram ao tempo. Os segredos das construções não eram mais guardados a sete chaves, eram estudados publicamente.Todavia o método de associação era interessante, o método de reconhecimento da maçonaria operativa era muito útil para o modelo que surgiu posteriormente. Em vez de erguer edifícios físicos, catedrais ou estradas, o objetivo era outro: erguer o "edifício social ideal"












Fonte: Wikipédia

Sociedade secreta Ordem do Phosphorus

                                                Ordem do Phosphorus



Order of Phosphorus é uma Ordem Luciferiana Mágica sem fins lucrativos fundada por Michael W. Ford. A Ordem, e o seu braço eclesiástico "The Church of Adversarial Light", santifica as principais bases características do luciferianismo, sendo essas a autodisciplina, a excelência espiritual e à busca predatória do conhecimento.

Este sistema iniciático magical funde as complexidades e as vantagens da magia cerimonial tradicional, com a eficácia da Chaos Magic. O progresso é autodirigido e heterodoxo, evidenciado na Ordem diversas seções transversais de Iniciados, incluindo os teístas, os satanistas tradicionais ateus, os luciferianos gnósticos e uma nova classe emergente de panteísmo do Caminho da Mão Esquerda

                                             
                                                 Simbolo utilizado pelos adeptos da mão esquerda

Pode-se dizer que o caminho da mão esquerda é fundamentado na lei filosófica "minha vontade seja feita!", afirmando o individualismo particular, em oposição ao que se refere o caminho da mão direita ("vossa vontade seja feita!"). Em essência, as duas formas são práticas que buscam o contato com o oculto deus individual e com a sombra ou o poder do subconsciente de Carl Jung por meio de diversas e variadas técnicas mágicas e ritualísticas, com trabalhos em meio à natureza selvagem e, principalmente, levando em conta a importância e a participação do feminino e masculino.

A diferença entre ambas as formas de magia está em que, enquanto uma é utilizada contra um objeto exterior (Mão Esquerda), a outra é usada a favor do grupo (Mão Direita); assim, por exemplo, wiccanos e magos da magia branca podem obter cura, proteção, enquanto os satanistas e os magos da magia negra podem infligir medo e prejuízo em outros (embora alguns estudiosos afirmem que a magia negra projetada para fora do grupo possa trazer benefícios a ele).

Além disso, os bruxos da Mão Esquerda são interessados em quebrar tabus, utilizando-se frequentemente da magia sexual e adorando imagens satânicas. Os magos da Mão Direita são, em grande parte, resgatadores do antigo paganismo; conservam antigos conceitos de mente, corpo e espírito legados da filosofia grega; procuram trazer benefícios ao grupo; buscam a iluminação espiritual; e alguns evitam tabus e aderem às convenções sociais (embora não aceitem grande parte da moralidade cristã).

Alguns magos que partilham dos conceitos do caminho da mão esquerda são adeptos da Dragon Rouge e luciferianos. Alguns adeptos do satanismo tradicional também o praticam. Os principais estudiosos e divulgadores da via esquerda, atualmente, são: o inglês Kenneth Grant, autor de diversas obras de magia; e o famoso, porém discreto, Thomas Karlsson, fundador da ordem sueca Dragon Rouge.

A magia branca, por sua vez, é considerada a alta magia, a magia filosófica, que, antigamente, buscava a pedra filosofal, e que segue atualmente buscando a união com o mistério, com a deidade, que é reservada aos iniciados e que, por isso, precisa de uma dedicação e um estudo aprofundados e apaixonados para ser atingida. 

As tradições da mão direita são o hermetismo, a teosofia, como também religiões do neopaganismo como o druidismo, wicca, kemetismo, neopaganismo celta, neopaganismo eslávico e o neopaganismo germânico. Embora não seja uma regra, comumente os adeptos da Mão Esquerda são chamados de Bruxos, enquanto os adeptos do Caminho da Mão Direita são os Magos. Este entendimento contradiz frontalmente, entretanto, o dito bruxo segundo o qual "não existe magia negra nem magia branca; toda magia é cinza".









Fonte: Wikipédia

Sociedade secreta Ordem do Templo Solar

                                                         
                                                Ordem do Templo Solar

                                                Resultado de imagem para imagens do simbolo da ordem do templo solar


A Ordem do Templo Solar também conhecido como Ordre du Temple Solaire (OTS), em francês, ou simplesmente como O Templo Solar foi uma sociedade secreta baseada no mito moderno da existência contínua dos Cavaleiros Templários. A OTS foi iniciada por Joseph Di Mambro e Luc Jouret em 1984 em Genebra, como l'Ordre International Chevaleresque Tradition Solaire (OICTS) e renomeada Ordre du Temple Solaire.

Alguns historiadores alegam que o Templo Solar origina-se com o autor francês Jacques Breyer, que estabeleceu a Ordem Soberana do Templo Solar, em 1952. Em 1968, uma ordem cismática foi rebatizada a Ordem Renovada do Templo Solar (ROTS), sob a liderança do ativista político francês de extrema-direita Julien Origas. Alguns relatos afirmam que Origas era um membro da SS nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

Crenças

Segundo o "Peronnik" (um pseudónimo de um membro Robert Chabrier) em seu livro, "Pourquoi la Ressurgimento de l'Ordre du Temple? Tome Premier: Le Corps" ("Por que um renascimento da Ordem do Templo Solar? Vol. One: The Body "), 1975, pp. 147–149; o objetivo da Ordem do Templo Solar incluia: criação de "noções corretas de autoridade e poder no mundo", uma afirmação do primado espiritual sobre o temporal, ajudar a humanidade através de uma grande "transição", preparando-a para a Segunda vinda de Jesus como um rei-deus solar, e promover a unificação de todas as igrejas cristãs e o islamismo. 

O grupo supostamente tirou a inspiração para alguns de seus ensinamentos do ocultista britânico Aleister Crowley, que liderou a Ordo Templi Orientis a partir de 1923 até sua morte em 1947, e a Golden Dawn, uma Ordem Rosacruz do século XIX que Crowley pertenceu brevemente. Ambos os grupos tinham um sistema ocultista de graus um pouco semelhante a do Templo Solar. Outro grupo Rosacruz, a Fraternidade Rosacruz liderada por Max Heindel, também menciona que os Rosacruzes adoram a Cristo como o "Logos Solar" (Raios da Revista Cross, Junho, 1933), embora não seja de doutrina cristã tradicional.

Havia lojas do Templo Solar, em Quebec, Canadá, bem como na Austrália, Suíça, Martinica e outros países. As atividades do Templo eram uma mistura de início do cristianismo protestante e da filosofia New Age utilizando diversos rituais maçônicosadaptado. Jouret estava interessado em atraentes, ricos e influentes membros, e tinha a reputação de que vários europeus abastados que eram membros secretos do grupo.

Ninguém sabe ao certo quantos dos membros da Ordem participaram de suicídio coletivos e especula-se que alguns foram mortos.





Fonte: Wikipédia

Sociedade secreta Teosófica

                                                       Sociedade Teosófica

                                                        


A Sociedade Teosófica (S.T.) surgiu a partir de uma primeira reunião em 7 de setembro de 1875, na cidade de Nova Iorque, e teve sua primeira ata lavrada no dia seguinte, tendo como principais fundadores Helena Blavatsky, o coronel Henry Olcott, indicado seu primeiro presidente, e William Judge, primeiro secretário, num total de 16 membros fundadores. O discurso inaugural foi realizado pelo Presidente fundador Olcott em 17 de novembro, data que é considerada oficial de fundação da S.T. Alguns anos após a morte de Helena Blavatsky, uma das fundadoras e membro de mais influência, ocorreram conflitos internos que desencadearam em alguns minúsculos grupos dissidentes da sociedade. Por exemplo, a parte de dissidentes da Sociedade Teosófica dos Estados Unidos tornou-se independente e foi dividida em duas. 

A Sociedade Teosófica foi fundada para promover os ensinamentos antigos de teosofia, a sabedoria relacionada ao divino que era a base de outros movimentos do passado, como o neoplatonismo, o gnosticismo, e as Escolas de Mistérios do mundo clássico.
Os objetivos da Sociedade Teosófica hoje são:

1. Formar um núcleo da Fraternidade Universal da Humanidade, sem distinção de raça, credo, sexo, casta ou cor.
2. Encorajar o estudo de Religião comparada, Filosofia e Ciência
3. Investigar as leis não explicadas da Natureza e os poderes latentes no homem.

A Sociedade não impõe nenhuma crença sobre seus membros, que se unem espontaneamente pelo objetivo comum de buscar a Verdade e o desejo de aprender o significado e propósito da existência, dedicando-se ao estudo, reflexão, pureza de vida e serviço voluntário. Não há pré-requisitos nem limitações para qualquer um associar-se, porém o candidato deve declarar se identificar com ao menos um dos objetivos da sociedade.

 A Sociedade enfatiza a liberdade de pensamento, de pesquisa e de debate.

O lema da Sociedade foi inspirado no do Marajá de Benares: Satyât nâsti paro Dharma, traduzido como Não há Religião superior à Verdade, embora a palavra original Dharma tenha uma riqueza de significados muito mais extensa do que o termo religião, incluindo dever, direito, justiça e virtude. Além de ser uma escola de filosofia e um promotor de trabalho humanitário, a S.T. tem não obstante um lado religioso, uma vez que busca disseminar doutrinas sobre mundos transcendentes tomadas como verdadeiras por muitas religiões do passado e do presente.

Expansão 

Em 1878, o coronel Olcott e Helena Blavatsky partiram para a Índia. Em 3 de abril de 1905, foi estabelecida legalmente a sede internacional da S.T. no bairro de Adyar, na cidade de Chennai.
Em seus anos de glória, a Sociedade Teosófica foi uma organização gigantesca, que recebia respeito, admiração e apoio de pessoas em todo mundo. Notícias sobre a Sociedade e seus membros frequentemente figuravam nas páginas dos maiores jornais do mundo, como o The New York Times. 
Existindo oficialmente como instituição há mais de cento e quarenta anos, a Sociedade Teosófica conta com membros e sedes em cerca de cem países em todos os continentes. Seu quartel-general ainda é hoje aquele fundado por Blavatsky. Mas, além de ser um memorial perene aos Fundadores, se tornou um moderno centro de estudos filosóficos e de assistência social. Dispõe de uma rica biblioteca, um centro de pesquisas, uma editora, uma agência de notícias e divulgação, apóia ou mantém diversas escolas gratuitas, cursos e centros vocacionais, escoteiros e artísticos, e é o coração das inúmeras Lojasabertas em todo o mundo que, dentro do alcance de cada uma, se propõem a concretizar os objetivos da Sociedade.

Símbolo da Sociedade Teosófica

Mesmo enfrentando, em muitos momentos, oposição externa e dissenções internas, a importância da Sociedade Teosófica na história recente da humanidade não pode ser negada. O debate público inaugurado por Blavatsky e continuado por seus sucessores e seguidores, através de vasta literatura e marcante presença na sociedade como um todo, contribuiu para uma renovação na metodologia e nos conceitos de diversas disciplinas científicas, como a arqueologia, a psicologia e a história, e forçou uma apreciação mais objetiva de diversas instituições, dogmas e sistemas religiosos. Annie Besant, sua segunda Presidente, foi uma força ativa no processo de independência da Índia. 

                                                     

A própria Helena Blavatsky foi uma das primeiras mulheres a contribuir e influenciar positivamente, com seus escritos, a agenda intelectual e filosófica do mundo moderno. A doutrina que a Sociedade disseminou e o exemplo de vida altruísta de seus fundadores e sócios mais eminentes foram uma inspiração para líderes como Gandhi, cientistas como Einstein e artistas como Mondrian, Fernando Pessoa e Scriabin.

O selo ou brasão da Sociedade Teosófica, com os triângulos enlaçados, a serpente, a Suástica e o Tau, ilustra simbolicamente e resume os pontos centrais da Teosofia, aludindo, entre outros conceitos, à Trindade, à Unidade de toda a vida, a dualidade Espírito-Matéria, a permanência e imortalidade da vida e a evolução do universo através de seus ciclos periódicos de nascimento e morte.

O lema da Sociedade Teosófica, o qual foi traduzido do sânscrito Satyan nasti para Dharmah é "Não há religião superior à Verdade". A palavra Dharma foi traduzida como religião, mas também significa, entre outras coisas, doutrina, lei, dever, direito, justiça, virtude. Assim, num sentido mais amplo, o lema da Sociedade Teosófica afirma que não há dever ou doutrina superior à Verdade.
Membros notáveis da ST 

Thomas Edison, inventor e cientista
William Butler Yeats, poeta
Fernando Pessoa, poeta, ensaísta, escritor, romancista, e intelectual português.
Charles W. Leadbeater, teósofo, maçom, bispo da igreja liberal, esoterista.
George Robert Stow Mead, escritor, editor, tradutor, esoterista.
Jiddu Krishnamurti, teosofista, filósofo, escritor, ensaísta, filantropo e grande intelectual indiano.
Radha Burnier, atriz e bailarina indiana, escritora e filósofa e ex-presidente mundial da Sociedade Teosófica.
Helena Petrovna Blavatsky, fundadora da ST, ocultista e uma das principais personalidades ligada ao ocultismo e esoterismo oriental e ocidental.







Fonte: Wikipédia