quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Palestra e Eventos

                     


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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Sociedade secreta Maçonaria parte 1

                                                              Maçonaria

                                                   


Maçonaria, forma reduzida e usual de franco-maçonaria, é uma sociedade filosófica, filantrópica, iniciática e progressista. Dentro da realidade atual, entretanto, a instituição não poderá ser considerada senão como sendo uma sociedade discreta. De caráter universal, cujos membros cultivam o aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia, igualdade, fraternidade e aperfeiçoamento intelectual. Seu adjetivo é o maçônico e maçônica.

A maçonaria é, portanto, uma sociedade fraternal, que admite todos os homens livres e de bons costumes, sem distinção de raça, religião, ideário político ou posição social. Suas principais exigências são que o candidato acredite em um princípio criador, tenha boa índole, respeite a família, possua um espírito filantrópico e o firme propósito de tratar sempre de ir em busca da perfeição,aniquilando seus vícios e trabalhando para a constante evolução de suas virtudes.

Os maçons estruturam-se e reúnem-se em células autônomas, designadas por oficinas, ateliers, ou lojas.

Existem no mundo aproximadamente 3,6 milhões de integrantes espalhados pelos 5 continentes: 1,5 milhão nos Estados Unidos (em 1965 eram cerca de 4 milhões); 250 mil na Inglaterra; 170 mil no Brasil e 1,6 milhão no resto do mundo (dados de 2008).

O termo maçom ou mação provém do inglês mason e do francês maçon, que quer dizer pedreiro, construtor. O termo "maçonaria" provém do francês franc-maçonnerie, que significa, de franc-maçon, tradução de "free mason".

Estudiosos e pesquisadores costumam dividir a origem da maçonaria em três fases distintas.

Maçonaria Primitiva 
Maçonaria Operativa 
Maçonaria Especulativa 

Maçonaria Primitiva

A Maçonaria Primitiva, ou "Pré-Maçonaria", é o período que abrange todo o conhecimento herdado do passado mais remoto da humanidade até o advento da Maçonaria Operativa. Há quem busque nas primeiras civilizações a origem iniciática. Outras buscam no ocultismo, na magia e nas crendices primitivas a origem do sistema filosófico e doutrinário. Tantas são as controvérsias, que surgiram variadas correntes dentro da maçonaria. A origem mais aceita, segundo a maioria dos historiadores, é que a Maçonaria contemporânea descende dos antigos construtores de igrejas e catedrais, corporações formadas sob a influência da Igreja na Idade Média.

É evidente que a falta de documentos e registros dignos de crédito, envolve a maçonaria numa penumbra histórica, o que faz com que os fantasistas, talvez pensando em engrandecê-la,inventem as histórias sobre os primórdios de sua existência. Há vertentes afirmando que ela teve início na Mesopotâmia, outras confundem os movimentos religiosos do Egito e dos Caldeus como sendo trabalhos maçônicos. Há escritores que afirmam ser o Templo de Salomão o berço da Maçonaria.

O que existe de verdade é que a Maçonaria adota princípios e conteúdos filosóficos milenares,que foram adotados por instituições como as "Guildas" (na Inglaterra), Compagnonnage (na França), Steinmetzen (na Alemanha). O que a Maçonaria fez foi adotar todos aqueles princípios que eram abraçados por instituições que existiram muito antes da formação de núcleos de trabalho que passaram à história como o nome de Maçonaria Operativa ou de Ofício.

Maçonaria Operativa

A origem perde-se na Idade Média, se considerarmos as suas origens Operativas, ou seja, associação de cortadores de pedras verdadeiros, que tinha como ofício a arte de construção de castelos, muralhas etc.

Após o declínio do Império Romano, os nobres romanos afastaram-se das antigas cidades e levaram consigo camponeses para proteção mútua para se proteger dos bárbaros. Dando início ao sistema de produção baseado na contratação servil Nobre-Povo (Feudalismo) 

Ao se fixar em novas terras, os nobres necessitavam de castelos para sua habitação e fortificações para proteger o feudo. Como a arte de construção não era nobre, deveria advir do povo e como as atividades agropecuária e de construção não guardavam nenhuma relação, uma nova classe surgiu: Os construtores, herdeiros das técnicas romanas e gregas de construção civil.

Outras companhias se formaram: artesão, ferreiro, marceneiros, tecelões, enfim, toda a necessidade do feudo era lá produzida. A maioria das guildas limitava-se no entanto às fronteiras do feudo.

Já as guildas dos pedreiros  necessitavam mover-se para a construção das estradas e das novas fortificações dos Templários. Os demais membros do povo não tinham o direito de ir e vir, direito este que hoje temos e nos é tão cabal. Os segredos da construção eram guardados com incomensurável zelo, visto que, se caíssem em domínio público as regalias concedidas à categoria, cessariam. Também não havia interesse em popularizar a profissão de pedreiro, uma vez que o sistema feudal exigia a atividade agropecuária dos vassalos.

A Igreja Católica Apostólica Romana encontra neste sistema o ambiente ideal para seu progresso. Torna-se uma importante, talvez a maior, proprietária feudal, por meio da proliferação dos mosteiros, que reproduzem a sua estrutura. No interior dos feudos, a igreja detém o poder político, econômico, cultural e científico da época.

Maçonaria Especulativa

Em 24 de junho de 1717 na Inglaterra é que tem origem a Maçonaria, tal e qual a conhecemos hoje em dia, também denominada como "Maçonaria Especulativa", que corresponde ao movimento iniciático tal e qual o conhecemos hoje em dia, e que é uma consequência do iluminismo, e um projectar daquilo que viria a ser mais tarde, a revolução industrial do século XIX, e a revolução francesa, juntamente com ordens como os iluminados da bavária e outras, ordens similares. 

Corresponde à segunda fase, que utiliza os moldes de organização dos maçons operativos juntamente com ingredientes fundamentais do supra-referido pensamento ilusionista, (mais tarde o nacionalismo segundo a escola alemã de filósofos como Kant, etc.), posterior ruptura da Igreja Romana, que viria a ser contudo quebrada, pelo papa João Paulo II, que defendia a maçonaria como uma "respeitável organização", apesar da ainda existente divisão da Igreja Católica, em relação à aceitação e à co-existência com a franco-maçonaria, que durante muito tempo era vista por esta como algo que poderia questionar a soberania da mesma e consequentemente a soberania do estado Vaticano e consequentemente do império Romano, com ela e a reconstrução física da cidade de Londres, berço da maçonaria regular. A Franco-Maçonaria esteve também envolvida no processo de colonização e descolonização dos EUA, do Brasil, e de outros países da América Latina.

Com o passar do tempo as construções tornavam-se mais raras. O feudalismo declinou dando lugar ao mercantilismo, com consequente enfraquecimento da igreja romana, havendo uma ruptura da unidade cristã advinda da reforma protestante.

Superada a tragédia da peste negra que dizimou a população europeia, teve início o Iluminismo no século XVIII, que defendia e tinha como princípio a razão, ou seja, o modo de pensar, de ter "luz".

A Inglaterra surge como o berço da Maçonaria Especulativa regular durante a reconstrução da cidade após um incêndio de grandes proporções em sua capital Londres em setembro de 1666 que contou com muitos pedreiros para reconstruir a cidade nos moldes medievais.

Para se manter, foram aceitas outras classes de artífices e essas pessoas formaram paulatinamente agremiações que mantinham os costumes dos pedreiros nas suas reuniões, o que diz respeito ao reconhecimento dos seus membros por intermédio dos sinais característicos da agremiação.

Essas associações sobreviveram ao tempo. Os segredos das construções não eram mais guardados a sete chaves, eram estudados publicamente.Todavia o método de associação era interessante, o método de reconhecimento da maçonaria operativa era muito útil para o modelo que surgiu posteriormente. Em vez de erguer edifícios físicos, catedrais ou estradas, o objetivo era outro: erguer o "edifício social ideal"












Fonte: Wikipédia

Sociedade secreta Ordem do Phosphorus

                                                Ordem do Phosphorus



Order of Phosphorus é uma Ordem Luciferiana Mágica sem fins lucrativos fundada por Michael W. Ford. A Ordem, e o seu braço eclesiástico "The Church of Adversarial Light", santifica as principais bases características do luciferianismo, sendo essas a autodisciplina, a excelência espiritual e à busca predatória do conhecimento.

Este sistema iniciático magical funde as complexidades e as vantagens da magia cerimonial tradicional, com a eficácia da Chaos Magic. O progresso é autodirigido e heterodoxo, evidenciado na Ordem diversas seções transversais de Iniciados, incluindo os teístas, os satanistas tradicionais ateus, os luciferianos gnósticos e uma nova classe emergente de panteísmo do Caminho da Mão Esquerda

                                             
                                                 Simbolo utilizado pelos adeptos da mão esquerda

Pode-se dizer que o caminho da mão esquerda é fundamentado na lei filosófica "minha vontade seja feita!", afirmando o individualismo particular, em oposição ao que se refere o caminho da mão direita ("vossa vontade seja feita!"). Em essência, as duas formas são práticas que buscam o contato com o oculto deus individual e com a sombra ou o poder do subconsciente de Carl Jung por meio de diversas e variadas técnicas mágicas e ritualísticas, com trabalhos em meio à natureza selvagem e, principalmente, levando em conta a importância e a participação do feminino e masculino.

A diferença entre ambas as formas de magia está em que, enquanto uma é utilizada contra um objeto exterior (Mão Esquerda), a outra é usada a favor do grupo (Mão Direita); assim, por exemplo, wiccanos e magos da magia branca podem obter cura, proteção, enquanto os satanistas e os magos da magia negra podem infligir medo e prejuízo em outros (embora alguns estudiosos afirmem que a magia negra projetada para fora do grupo possa trazer benefícios a ele).

Além disso, os bruxos da Mão Esquerda são interessados em quebrar tabus, utilizando-se frequentemente da magia sexual e adorando imagens satânicas. Os magos da Mão Direita são, em grande parte, resgatadores do antigo paganismo; conservam antigos conceitos de mente, corpo e espírito legados da filosofia grega; procuram trazer benefícios ao grupo; buscam a iluminação espiritual; e alguns evitam tabus e aderem às convenções sociais (embora não aceitem grande parte da moralidade cristã).

Alguns magos que partilham dos conceitos do caminho da mão esquerda são adeptos da Dragon Rouge e luciferianos. Alguns adeptos do satanismo tradicional também o praticam. Os principais estudiosos e divulgadores da via esquerda, atualmente, são: o inglês Kenneth Grant, autor de diversas obras de magia; e o famoso, porém discreto, Thomas Karlsson, fundador da ordem sueca Dragon Rouge.

A magia branca, por sua vez, é considerada a alta magia, a magia filosófica, que, antigamente, buscava a pedra filosofal, e que segue atualmente buscando a união com o mistério, com a deidade, que é reservada aos iniciados e que, por isso, precisa de uma dedicação e um estudo aprofundados e apaixonados para ser atingida. 

As tradições da mão direita são o hermetismo, a teosofia, como também religiões do neopaganismo como o druidismo, wicca, kemetismo, neopaganismo celta, neopaganismo eslávico e o neopaganismo germânico. Embora não seja uma regra, comumente os adeptos da Mão Esquerda são chamados de Bruxos, enquanto os adeptos do Caminho da Mão Direita são os Magos. Este entendimento contradiz frontalmente, entretanto, o dito bruxo segundo o qual "não existe magia negra nem magia branca; toda magia é cinza".









Fonte: Wikipédia

Sociedade secreta Ordem do Templo Solar

                                                         
                                                Ordem do Templo Solar

                                                Resultado de imagem para imagens do simbolo da ordem do templo solar


A Ordem do Templo Solar também conhecido como Ordre du Temple Solaire (OTS), em francês, ou simplesmente como O Templo Solar foi uma sociedade secreta baseada no mito moderno da existência contínua dos Cavaleiros Templários. A OTS foi iniciada por Joseph Di Mambro e Luc Jouret em 1984 em Genebra, como l'Ordre International Chevaleresque Tradition Solaire (OICTS) e renomeada Ordre du Temple Solaire.

Alguns historiadores alegam que o Templo Solar origina-se com o autor francês Jacques Breyer, que estabeleceu a Ordem Soberana do Templo Solar, em 1952. Em 1968, uma ordem cismática foi rebatizada a Ordem Renovada do Templo Solar (ROTS), sob a liderança do ativista político francês de extrema-direita Julien Origas. Alguns relatos afirmam que Origas era um membro da SS nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

Crenças

Segundo o "Peronnik" (um pseudónimo de um membro Robert Chabrier) em seu livro, "Pourquoi la Ressurgimento de l'Ordre du Temple? Tome Premier: Le Corps" ("Por que um renascimento da Ordem do Templo Solar? Vol. One: The Body "), 1975, pp. 147–149; o objetivo da Ordem do Templo Solar incluia: criação de "noções corretas de autoridade e poder no mundo", uma afirmação do primado espiritual sobre o temporal, ajudar a humanidade através de uma grande "transição", preparando-a para a Segunda vinda de Jesus como um rei-deus solar, e promover a unificação de todas as igrejas cristãs e o islamismo. 

O grupo supostamente tirou a inspiração para alguns de seus ensinamentos do ocultista britânico Aleister Crowley, que liderou a Ordo Templi Orientis a partir de 1923 até sua morte em 1947, e a Golden Dawn, uma Ordem Rosacruz do século XIX que Crowley pertenceu brevemente. Ambos os grupos tinham um sistema ocultista de graus um pouco semelhante a do Templo Solar. Outro grupo Rosacruz, a Fraternidade Rosacruz liderada por Max Heindel, também menciona que os Rosacruzes adoram a Cristo como o "Logos Solar" (Raios da Revista Cross, Junho, 1933), embora não seja de doutrina cristã tradicional.

Havia lojas do Templo Solar, em Quebec, Canadá, bem como na Austrália, Suíça, Martinica e outros países. As atividades do Templo eram uma mistura de início do cristianismo protestante e da filosofia New Age utilizando diversos rituais maçônicosadaptado. Jouret estava interessado em atraentes, ricos e influentes membros, e tinha a reputação de que vários europeus abastados que eram membros secretos do grupo.

Ninguém sabe ao certo quantos dos membros da Ordem participaram de suicídio coletivos e especula-se que alguns foram mortos.





Fonte: Wikipédia

Sociedade secreta Teosófica

                                                       Sociedade Teosófica

                                                        


A Sociedade Teosófica (S.T.) surgiu a partir de uma primeira reunião em 7 de setembro de 1875, na cidade de Nova Iorque, e teve sua primeira ata lavrada no dia seguinte, tendo como principais fundadores Helena Blavatsky, o coronel Henry Olcott, indicado seu primeiro presidente, e William Judge, primeiro secretário, num total de 16 membros fundadores. O discurso inaugural foi realizado pelo Presidente fundador Olcott em 17 de novembro, data que é considerada oficial de fundação da S.T. Alguns anos após a morte de Helena Blavatsky, uma das fundadoras e membro de mais influência, ocorreram conflitos internos que desencadearam em alguns minúsculos grupos dissidentes da sociedade. Por exemplo, a parte de dissidentes da Sociedade Teosófica dos Estados Unidos tornou-se independente e foi dividida em duas. 

A Sociedade Teosófica foi fundada para promover os ensinamentos antigos de teosofia, a sabedoria relacionada ao divino que era a base de outros movimentos do passado, como o neoplatonismo, o gnosticismo, e as Escolas de Mistérios do mundo clássico.
Os objetivos da Sociedade Teosófica hoje são:

1. Formar um núcleo da Fraternidade Universal da Humanidade, sem distinção de raça, credo, sexo, casta ou cor.
2. Encorajar o estudo de Religião comparada, Filosofia e Ciência
3. Investigar as leis não explicadas da Natureza e os poderes latentes no homem.

A Sociedade não impõe nenhuma crença sobre seus membros, que se unem espontaneamente pelo objetivo comum de buscar a Verdade e o desejo de aprender o significado e propósito da existência, dedicando-se ao estudo, reflexão, pureza de vida e serviço voluntário. Não há pré-requisitos nem limitações para qualquer um associar-se, porém o candidato deve declarar se identificar com ao menos um dos objetivos da sociedade.

 A Sociedade enfatiza a liberdade de pensamento, de pesquisa e de debate.

O lema da Sociedade foi inspirado no do Marajá de Benares: Satyât nâsti paro Dharma, traduzido como Não há Religião superior à Verdade, embora a palavra original Dharma tenha uma riqueza de significados muito mais extensa do que o termo religião, incluindo dever, direito, justiça e virtude. Além de ser uma escola de filosofia e um promotor de trabalho humanitário, a S.T. tem não obstante um lado religioso, uma vez que busca disseminar doutrinas sobre mundos transcendentes tomadas como verdadeiras por muitas religiões do passado e do presente.

Expansão 

Em 1878, o coronel Olcott e Helena Blavatsky partiram para a Índia. Em 3 de abril de 1905, foi estabelecida legalmente a sede internacional da S.T. no bairro de Adyar, na cidade de Chennai.
Em seus anos de glória, a Sociedade Teosófica foi uma organização gigantesca, que recebia respeito, admiração e apoio de pessoas em todo mundo. Notícias sobre a Sociedade e seus membros frequentemente figuravam nas páginas dos maiores jornais do mundo, como o The New York Times. 
Existindo oficialmente como instituição há mais de cento e quarenta anos, a Sociedade Teosófica conta com membros e sedes em cerca de cem países em todos os continentes. Seu quartel-general ainda é hoje aquele fundado por Blavatsky. Mas, além de ser um memorial perene aos Fundadores, se tornou um moderno centro de estudos filosóficos e de assistência social. Dispõe de uma rica biblioteca, um centro de pesquisas, uma editora, uma agência de notícias e divulgação, apóia ou mantém diversas escolas gratuitas, cursos e centros vocacionais, escoteiros e artísticos, e é o coração das inúmeras Lojasabertas em todo o mundo que, dentro do alcance de cada uma, se propõem a concretizar os objetivos da Sociedade.

Símbolo da Sociedade Teosófica

Mesmo enfrentando, em muitos momentos, oposição externa e dissenções internas, a importância da Sociedade Teosófica na história recente da humanidade não pode ser negada. O debate público inaugurado por Blavatsky e continuado por seus sucessores e seguidores, através de vasta literatura e marcante presença na sociedade como um todo, contribuiu para uma renovação na metodologia e nos conceitos de diversas disciplinas científicas, como a arqueologia, a psicologia e a história, e forçou uma apreciação mais objetiva de diversas instituições, dogmas e sistemas religiosos. Annie Besant, sua segunda Presidente, foi uma força ativa no processo de independência da Índia. 

                                                     

A própria Helena Blavatsky foi uma das primeiras mulheres a contribuir e influenciar positivamente, com seus escritos, a agenda intelectual e filosófica do mundo moderno. A doutrina que a Sociedade disseminou e o exemplo de vida altruísta de seus fundadores e sócios mais eminentes foram uma inspiração para líderes como Gandhi, cientistas como Einstein e artistas como Mondrian, Fernando Pessoa e Scriabin.

O selo ou brasão da Sociedade Teosófica, com os triângulos enlaçados, a serpente, a Suástica e o Tau, ilustra simbolicamente e resume os pontos centrais da Teosofia, aludindo, entre outros conceitos, à Trindade, à Unidade de toda a vida, a dualidade Espírito-Matéria, a permanência e imortalidade da vida e a evolução do universo através de seus ciclos periódicos de nascimento e morte.

O lema da Sociedade Teosófica, o qual foi traduzido do sânscrito Satyan nasti para Dharmah é "Não há religião superior à Verdade". A palavra Dharma foi traduzida como religião, mas também significa, entre outras coisas, doutrina, lei, dever, direito, justiça, virtude. Assim, num sentido mais amplo, o lema da Sociedade Teosófica afirma que não há dever ou doutrina superior à Verdade.
Membros notáveis da ST 

• Thomas Edison, inventor e cientista
• William Butler Yeats, poeta
• Fernando Pessoa, poeta, ensaísta, escritor, romancista, e intelectual português.
• Charles W. Leadbeater, teósofo, maçom, bispo da igreja liberal, esoterista.
• George Robert Stow Mead, escritor, editor, tradutor, esoterista.
• Jiddu Krishnamurti, teosofista, filósofo, escritor, ensaísta, filantropo e grande intelectual indiano.
• Radha Burnier, atriz e bailarina indiana, escritora e filósofa e ex-presidente mundial da Sociedade Teosófica.
• Helena Petrovna Blavatsky, fundadora da ST, ocultista e uma das principais personalidades ligada ao ocultismo e esoterismo oriental e ocidental.







Fonte: Wikipédia

Sociedade secreta priorado de Sião

                                                       Priorado de Sião

                                               


O Priorado de Sião (em francês: Prieuré de Sion) é um grupo de variadas sociedades tanto verídicas como falsas, das quais se destaca uma sociedade fraternal francesa fundada em 1956 por Pierre Plantard.

De acordo com as divulgações de Pierre Plantard recolhidas pelos autores anglo-saxónicos Henry Lincoln, Michael Baigent e Richard Leigh e publicadas na obra The Holy Blood and the Holy Grail em 1982, o Priorado de Sião seria uma sociedade secreta fundada em Jerusalém no ano de 1099 e que jurara proteger um segredo acerca do Santo Graal, entendido por estes autores como uma hipotética descendência humana de Jesus Cristo.

O Priorado de Sião se tornou assunto de controvérsia histórica e religiosa durante as décadas de 1960 e 1980. Durante o período de 1980 foi alegado pelo próprio Plantard que o Priorado não passava de uma conspiração com o objetivo de restaurar a monarquia francesa, porém muitos teólogos e historiadores persistem em crer que há um segredo sob o Santo Graal que envolve o Priorado
O Priorado de Sião foi fundado oficialmente como uma associação francesa em 20 de julho de 1956 na comuna de Annemasse. O pedido de autorização de constituição foi efetuado em 7 de maio de 1956, na Sub-Prefeitura de Polícia de Saint-Julien-en-Genevois (Alta Saboia), mediante uma carta assinada pelos quatro fundadores: Pierre Plantard (1920-2000), André Bonhomme, Jean Deleaval e Armand Defago.

A sede social estava estabelecida na casa de Plantard em Annemasse. O texto de constituição, conforme consta no Journal Officiel, número 167, segundo Pierre Jarnac, é o seguinte: "25 juin 1956. Déclaration à la sous-préfecture de Saint-Julien-en-Genevois. Prieuré de Sion. But: études et entr'aide des membres. Siège social: Sous-Cassan, Annemasse (Haute-Savoie)."

A escolha do nome faz referência a uma região da cidade Annemasse denominada Mont Sion, onde os fundadores se reuniam frequentemente. A sociedade também fazia uso da sigla CIRCUIT que significa em francês Chevalerie d'Instituições Règles et Catholiques d'Union Independente et Traditionaliste (Cavalaria da Instituição e Regra Católica e de União Independente Tradicionalista). 
Segundo os estatutos do Priorado de Sião os principais objetivos desta sociedade eram:

"La constitution d'un ordre catholique, destiné à restituer sous une forme moderne, en lui conservant sont caractère traditionaliste, l'antique chevalier, qui fut, par son action, la promotrice d'un idéal hautement moralisateur et élément d'une amélioration constante des règles de vie de la personnalité humaine"

"A constituição de uma ordem católica, destinada a restituir numa forma moderna, conservando o seu carácter tradicionalista, o antigo cavaleiro, que foi, pela sua acção, a promotora de um ideal altamente moralizante e elemento de um melhoramento constante das regras de vida da personalidade humana".
Outros estatutos do Priorado também incluem a prestação de serviços de apoio ao Catolicismo Francês e até mesmo os membros fundadores da sociedade se auto-proclamavam aliados da Igreja Católica e descreviam o Priorado como uma autêntica sociedade Católica.

O Priorado foi oficialmente dissolvido em Outubro de 1956, porém revivido por Plantard entre 1961 e 1963. O Priorado de Sião é considerado oficialmente extinto pelas autoridades francesas já que não apresenta atividade perceptível desde a década de 1950. Segundo a Lei Francesa ninguém detém direitos legais sobre o Priorado de Sião e com o falecer de Plantard em 2000, nenhum cidadão francês possui direitos sobre o nome e estatuto do Priorado.






Fonte: Wikipédia

Sociedade secreta Rosa Cruz


                                                                        Rosa Cruz

                                                         

O "Rosicrucianismo" é um movimento filosófico que se popularizou na Europa no início do século XVII após a publicação de vários textos que pretendiam anunciar a existência de uma ordem esotérica até então desconhecida para o mundo. 

Rosacruzes, anteriormente Rose Kreutzer, é um nome atribuído com base no lendário personagem de ficção literária Christian Rosencreutz, que é o ponto de partida ideal para várias organizações Rosacruzes  Os manifestos não falavam extensivamente sobre o assunto, mas mencionavam a Kabbalah, o Hermetismo e o Cristianismo. 

O movimento era então tido em conta como um ”Colégio de Invisíveis" nos mundos internos, formado por grandes adeptos, com o intuito de prestar auxílio à evolução espiritual da humanidade. Alguns metafísicos consideram que o rosa-cruzismo possa ser compreendido, de um ponto de vista mais amplo, como parte, ou mesmo como fonte, do hermetismocristão, patente no período dos tratados ocidentais de alquimia que se segue à publicação da Divina Comédia de Dante.

 Alguns historiadores, no entanto, sugerem a sua origem num grupo de protestantes alemães, entre os anos de 1607 e 1616, quando três textos anónimos foram elaborados e lançados na Europa: Fama Fraternitatis R.C., Confessio Fraternitatis Rosae Crucis e Núpcias Alquímicas de Christian Rozenkreuz Ano 1459. A influência desses textos foi tão grande que a historiadora Frances Yates denominou este período do século XVII de Iluminismo Rosacruz. O Rosicrucianismo apareceu pela primeira vez no século 17 como um movimento de reforma em Tübingen dentro do protestantismo alemão com dois manifestos anônimos (Fama e Confessio Fraternitatis Fraternitatis) e uma alegoria as bodas alquímicas, ao público. 

Os manifestos foram publicados num momento em que o domínio científico e tecnológico da natureza levou a um distanciamento entre ciência e da cultura cristã. O principal objetivo e meta dos três escritos era para contrariar esta tendência, cultivando a terra por meio de uma contínua reforma da ciência, ética e religião. No Fama Fraternitas também não são chamados Irmandade, que devem prestar segredo. Sua auto-imagem é baseada em uma difusão livre de preconceito e uso do conhecimento e ainda desconhecido, o conhecimento não descoberto de outras culturas por diante. não foi ainda grupos de Rosacruzes organizado naquela época. Não foi até mais de 140 anos após a publicação do manifesto, a primeira organização Rosacruz foi fundada como ordem Para-Maçonica em 1760, a Ordem do Ouro dos rosacruzes. 

Este fim foi formado com a sua forma do Illuminismo místico Irrationalismus e um pólo oposto às forças racionais e modernistas de explicação. [1] Viriam mais tarde a ser perseguidos na Prússia sob os auspício do reinado de Guilherme II. Após o fim da Ordem de ouro e Rosenkreuzer 1787 o rosacrucianismo manteve vivo graças a Societas Rosicruciana in Anglia (S. R. i. A.) 1865. Além disso, a entrada de mito no ambiente encontrado grupos theosophical e herméticos de 1875, também referidos como "Novos rosacrucianistas". 

Os Manifestos Rosacruzes anunciaram uma "reforma universal da humanidade", através de uma ciência supostamente mantida secreta por décadas até que o clima intelectual possa recebê-la. As controvérsias surgiram sobre se eram um engano, se a "ordem da Rosacruz” existia como descrito nos manifestos, ou se todo era uma metáfora disfarçando um movimento que realmente existia, mas de uma forma diferente . Em 1616, Johann Valentin Andreae designou-o como um "ludibrium". Ao prometer uma transformação espiritual num momento de grande turbulência, levaram muitas pessoas a iniciar-se na busca do conhecimento esotérico e místico. Filósofos ocultistas do século XVII, como Michael Maier, Robert Fludd, e [Thomas Vaughan (filósofo) Thomas Vaughan] se interessaram pela visão do rosacruz do mundo.  

De acordo com o historiador David Stevenson, influenciou a Maçonaria quando emergia na Escócia. Em séculos posteriores, muitas sociedades esotéricas alegaram derivar movimento rosacruz primordial. O Rosicrucianismo é simbolizado pela chamada Rosa-Cruz. Existem toda uma série de ordens que foram fundadas no século XIX e XX, que procuravam restabelecer as bases do rosacrucianismo, como é o caso da ordem hermética da aurora dourada, fundada por maçons membros da sociedade rosacruciania de inglaterra, assim como o AMORC, a roscruz áurea, e a rosacrucian fellowship. 

Contudo, estas ordens estão para o rosacrucianismo, como o martinismo criado por gerard encausse, está para louis claude de saint martin, não no sentido em que não tinham existido ordens previamente, nesses mesmos preâmbulos, mas sim pelo facto de que são reconstituições históricas de algo que tinha previamente existido, e portanto, nunca 100% fiéis ao movimento original.



Fonte: Wikipédia